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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Essencias

Os produtos naturais estão presentes nos livros em sânscrito dos Ayurvedas (há mais de 2.000 A.C.). A partir disto nós podemos concluir que os hindus conheciam a fermentação, rudimentares aparatos de destilação e os produtos destilados, no caso óleos essenciais, resultantes deste processo. Cálamo e capins do gênero andropogon (capim limão, cidreira, citronela, vetiver, etc), espicanardo, mirra, etc, em meio a mais de 700 substâncias aromáticas são citados. Eles eram provavelmente extratos alcoólicos (não óleos essenciais puros) e não eram empregados simplesmente como perfumes, mas possuíam usos, segundo o Rig Veda, tanto em cerimônias religiosas, quanto num sentido terapêutico.
As civilizações antigas evocavam os espíritos do céu em rituais com queima de ervas, acreditavam que os deuses alimentavam-se do incenso, em latim "per fumum".
Esta é a origem da palavra perfume.
Os egípcios usavam óleos essenciais no processo de mumificação; gregos e romanos perfumavam a sí próprios e também os móveis de suas casas.
Uma Essencia é, em sua origem, criado por um artista que procura manifestar e transmitir aos outros uma emoção pessoal. A criação de um Aroma, como a de toda obra de arte, resulta da imaginação criativa de seu compositor.

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